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[FP] Elijah Anthony Donovan - Metatron

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[FP] Elijah Anthony Donovan - Metatron

Mensagem por Elijah Anthony Donovan em Dom Jul 05, 2015 1:39 am




NOME
Elijah Anthony Donovan

IDADE
19

ALCUNHA
Metatron

GRUPO
Independentes

PODERES
Mimetismo Angelical e Manipulação Psíquica

OBJETO PESSOAL/ARTEFATO
Par de pistolas de plasma com um mini gerador de energia embutido, para o recarregamento da arma. A cada recarga a arma fica com uma carga de trinta disparos ou um disparo único em forma de raio eletroplasmático, que é necessário a arma estar completamente carregada para ser utilizado. O tempo de recarga da arma é de 2 turnos (vinte minutos em onepost)
http://3.bp.blogspot.com/-foir6D8q-FM/UdxyAiLyVNI/AAAAAAAAAGU/el-8fGcttcI/s1600/Flavor2.png

Uniforme utilizado por Metatron: http://pre07.deviantart.net/b570/th/pre/f/2013/315/e/8/lucian_lol_collab_by_pailknight-d6ty693.png

OUTRAS HABILIDADES

-Perícia básica de manuseio de armas brancas: O usuário consegue manejar periculosamente bem qualquer arma branca, mas não chega ao nível de alguém treinado com tais armas.

-Mira: A mira de Metatron é muito boa, podendo acertar qualquer alvo à distância máxima de 60 metros.

FRAQUEZAS
Embora Eu nunca tenha admitido isso, nem para mim mesmo, eu sempre desejei ter pais.
CARACTERÍSTICA MARCANTE
As Asas são definitivamente uma característica muito marcante, não sendo elas retráteis
CARACTERÍSTICA DOS PODERES
A única característica visível dos meus poderes, são as minhas asas. O restante dos meus poderes age de forma invisível.
DESCRIÇÃO DE PODERES
Mimetismo Angelical: É a capacidade de mimetizar o meu corpo no corpo de um ser parecido com um anjo, assim podendo usufruir de alguns poderes divinos.

Manipulação Psíquica: É um dos maiores poderes psíquicos, que permite ao seu utilizador, usufruir de vários dons psíquicos, como campos de força, telecinesia, manipulação memorial, telepatia e etc.

DESCRIÇÃO FÍSICA
Acho que posso ser considerado alto, tenho um metro e oitenta e quatro centímetros de altura, meu peso está bem longe do ideal, mas se levado em conta todos os músculos do peitoral que são necessários para voar, e o peso das minhas asas, acredito que isso posso ser considerado saudável, tendo um corpo não muito magro e nem com excessos. Peso em média 120 kg. Não possuo tatuagens nem piercings, ainda. Meus olhos são normalmente de um tom verde musgo com tons de castanho. Além disso, ainda tenho asas extremamente brancas
DESCRIÇÃO PSICOLÓGICA
Costumo ser bem calmo e na maior parte do tempo alegre, também. Meu humor é bastante variado. Talvez possa ser considerado como o inicio de um transtorno bipolar, já que meu humor costuma variar de extremamente animado à muito depressivo em um período muito pequeno de tempo, mas as vezes consigo suprimir meus sentimentos a ponta de me tornar quase inconsequente, não fosse por eu ser interesseiro, engenhoso e muito calculista. Quando estou em meu estado mais normal, costumo ter um humor meio ácido que na maioria das vezes guardo somente para mim, o que geralmente reflete em um sorriso irônico sempre estampado em meus lábios. Gosto de ouvir música, e tenho um gosto bem eclético, costumando escolher o gênero que quero ouvir de acordo com meu humor, mas tendo no geral, como gênero favorito, o Rock. Também gosto muito de ler, isso me faz passar o tempo. Meus gêneros favoritos são aventura, romance e terror. Ficção científica é ridículo, mas eu gosto também. Costumo usar roupas pretas, não gosto de bermudas então estou sempre vestido de calças jeans apertadas, mas não muito, camisetas não me importo muito da cor, embora prefira sempre as pretas
NÍVEIS DE PODERES
-------------
HISTÓRIA DO PERSONAGEM

O começo da minha história pode ser bem confuso, na verdade é tão confuso que nem mesmo eu, sei das minhas origens. Tentei descobrir por anos de onde eu vim, a cidade onde nasci quem eram meus pais, mas não consegui chegar a lugar algum. Fui criado num orfanato, sem nada que pudesse indicar-me o meu passado. Às vezes, imagino que eu talvez tenha simplesmente brotado do chão, na porta do orfanato.

Segundo os registros do orfanato, sequer foi deixado um nome para mim, assim coube aos funcionários escolherem, para que pudessem registrar-me e assim eu ganhei o nome Elijah Stark, sem nenhum motivo especial. A diretora do orfanato simplesmente gostava desses nomes e resolveu dá-los a mim. Devo dizer que até gosto bastante do meu nome e do meu sobrenome. Acho que posso dizer que minha infância foi bastante “normal”, levando em conta que eu vivia num orfanato com uma centena de outras crianças sem pais. Naquela época, eu era uma pessoa sociável. Se me lembro bem, eu fui uma criança bem alegre e amigável, uma daquelas pessoas que tentam sempre trazer a harmonia para um local. Tornava-me amigo de todos e tentava juntar as pessoas, acho que não era conscientemente, já que eu era uma criança. Avaliando agora, eu acho que eu era a criança mais alegre de todo o orfanato, um pouco inconsequente, irreverente e bagunceiro. Eu era sempre o culpado de tudo que acontecia naquele orfanato. Lembrar-me dessas coisas agora, me faz sorrir. Mas tenho que continuar minha história. Se eu for contar todas as minhas traquinagens de quando era criança, não terminaria isso nunca. Resumindo minha infância em uma palavra, mesmo contando com a ausência dos pais eu diria que posso resumir em “Feliz”, pois não se pode sentir a falta de algo que nunca se teve, certo?

Dando sequência na minha história. Fui uma criança normal até meus 12 anos e meio. Não lembro exatamente quando começou, mas comecei a ter coceiras nas costas, por dentro da pele, o que me incomodava bastante, afinal não havia como coçar para aliviar a comichão. Na mesma época das coceiras, comecei a ter dores nas costelas, como se elas estivessem se realocando dentro de mim. Agora, sei que foi mais ou menos isso mesmo. Essas dores e a comichão só aconteciam de noite, enquanto eu estava dormindo e por isso muitas vezes eu acordava e ficava o restante da noite me revirando na cama. Em um mês, comecei a ficar corcunda e por esse motivo as crianças do orfanato começaram a rir de mim e eu me afastei delas. O garoto que anteriormente era amigo de quase todo mundo, começou a ficar sozinho no quarto. Comecei a passar o dia dormindo e a noite eu acabava ficando acordado, enquanto as outras crianças dormiam. Eu costumava ficar sentado ao lado da janela, olhando a lua ou a rua deserta a noite. O que causava minhas dores parou de uma noite para a outra, porém ainda continuei por alguns dias com dores musculares.

Minha corcunda durou mais ou menos três meses, e a pele das minhas costas foi perdendo cor, ficando quase translúcida no terceiro mês. Logo eu não sentia mais, sentia minhas costas e algo mais, mas a pele da corcunda parecia simplesmente uma película que cobria minhas costas. Foi numa noite, enquanto tomava banho, que essa pele simplesmente caiu enquanto eu lavava o cabelo.

Foi estranho, olhar para o chão e ver minha pele ali, caída. Fiquei até sem reação por alguns instantes, até que resolvi tocar minhas costas para saber como eu estava. Tateei minhas costas, sorrindo de alívio, enquanto sentia minha pele lisa e completamente normal. Isso, até sentir minha mão topar com algo coberto de plumas macias, mas duro por baixo. Acho que teriam rido da minha expressão naquele momento. Eu me lembro de me sentir aterrorizado naquele momento. Acho que minha mente deve ter sofrido um rápido bloqueio de imaginação, pois eu nunca, jamais imaginei que seriam asas. Minha vontade era de correr para o espelho e ver o que estava atrás de mim, mas tentei acalmar-me primeiro. Fui vestir a calça e depois, repetindo mentalmente para me acalmar.

Quando eu me olhei no espelho... Eu me lembro desse momento como se houvesse acontecido, segundo atrás, foi à coisa mais maravilhosa que já aconteceu na minha vida. Não tem como eu um dia esquecer. Quando eu me olhei no espelho, o mundo parecia ter parado de girar. Acho que o tempo deve ter congelado. Tenho quase certeza de que o tempo congelou, naqueles instantes. Enquanto eu admirava o belo par de asas brancas nas minhas costas.

Eu escondi isso de todos, foi relativamente fácil, esconder minhas asas, pelo menos pelos cinco meses seguintes. Acho agora que até que foi bastante tempo, mas minhas asas começaram a crescer até que chegou o ponto em que não consegui mais esconder. Então tive que fugir. Sinceramente, não me importava mais nada.

Fugi do orfanato com treze anos. Esqueci-me de comentar que nesse intervalo de tempo, completei treze anos no orfanato. Meus “Aniversários” são contados segundo o dia em que apareci na porta do orfanato.

Vivi pelos próximos dois anos na rua, dando um jeito de sobreviver. Disso eu não me orgulho. Tive que roubar, mas roubei só o que eu precisava. Hoje eu voltaria nas lojas, que roubei, para pagar no entanto a maioria delas já está fechada.


Nesses dois anos, eu descobri um novo poder manipulação psíquica. Acabei descobrindo-o sem querer, quando estava roubando comida em uma lojinha de esquina. Eu estava pegando o que precisava, quando escutei alguém falando alguma coisa inteligível. Fiquei desesperado no momento, mas isso me fez travar no lugar sem saber de onde era a origem do som que ouvi. Na segunda vez, as palavras pareciam mais claras, mas ainda eram sem sentidos e fez-me esquecer de observar de onde vinham, enquanto eu tentava adivinhar o significado das palavras. Na terceira vez ouvi a voz e algumas imagens inundaram minha mente, enquanto a voz de outra pessoa soou na minha mente, o que me deixou desesperado e me fez fugir.


Enfim. Foi assim que descobri meus poderes. O mimetismo angelical e a manipulação psíquica Eu havia aprendido a evitar ficar surpreso e por isso, consegui fugir daquela vez. Mais tarde, sozinho, eu me deixei ficar surpreso com meus novos poderes e comecei a testá-los. Não obtive nenhum efeito naqueles primeiros dias. Não sabia o que fazer para ativá-los, mas com o tempo fui aprendendo.

Além disso, meus poderes não eram suficientes para me proteger fisicamente, então tive que aprender do melhor jeito que pude a me defender, usando o que eu tinha nas mãos. Desse modo, me tornei um ótimo lançador com uma boa mira, mas também aprendi a manusear armas brancas, mesmo tendo treinado apenas com bastões.
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Re: [FP] Elijah Anthony Donovan - Metatron

Mensagem por Alexander H. Reinhardt em Ter Jul 07, 2015 10:04 pm

Olá,

Gostei da sua história, ela foi resumida da forma certa, mostrando os fatos importantes da vida do seu personagem. Ganha 7 EXP.

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